Executivo ou Empresário?
Você se preocupa com custos ocultos, compliance e riscos na supply chain (cadeia de suprimentos), principalmente os custos que envolvem suas estratégias de expansão comercial internacional?
Identifique os principais desafios da sua empresa e descubra como a OLV pode ser seu aliado estratégico.
Consultoria Especializada em Supply Chain Global e Comércio Exterior para Setores Industriais
A OLV Internacional é especializada em Supply Chain Global e Comércio Exterior para agroindústria, mineração, energia, petróleo e gás, metalurgia, bens de capital, máquinas e equipamentos, manufatura e logística industrial, entre outros.
Apoiamos empresas dos setores industriais e de serviços com soluções que unem diagnóstico empresarial, procurement estratégico e comércio exterior. Nosso foco é ajudar sua empresa a comprar melhor, gerir fornecedores com eficiência, aplicar o capital de forma inteligente e expandir com segurança no mercado global.
Com conhecimento global e expertise especializada, impulsionamos a expansão de produtos brasileiros para o mercado internacional. Encorajamos o mercado nacional e iluminamos novas rotas comerciais de exportação, desenvolvendo novos negócios em todo o mundo. Trabalhamos com o desenvolvimento de novos negócios em todo o mundo — sua exportação é nosso diferencial estratégico.
Do planejamento estratégico à execução operacional. Da análise de viabilidade aos resultados concretos.
Por que importar ou exportar parece sempre mais caro, arriscado e confuso do que deveria?
São despesas que não aparecem na cotação inicial: armazenagem adicional, taxas portuárias, custos administrativos, diferenças de base tributária e encargos não previstos. O problema não é pagar — é descobrir tarde demais, quando a margem já morreu.
Quando a empresa não domina o processo, aceita números sem conseguir auditar. O despachante passa a ser o "dono" da operação, e não um executor. Isso elimina poder de negociação e aumenta o risco financeiro.
Sem memória de cálculo clara, a empresa não sabe exatamente o que está pagando, por que está pagando e se faz sentido pagar. Isso trava vendas e gera insegurança interna.
Responsabilidades mal atribuídas transferem custos e riscos para quem não controla a operação. O problema não é o Incoterm — é usá-lo sem estratégia.
Sem controle do custo posto (TCO), cada importação ou exportação vira uma aposta. O preço muda, a margem some e a decisão nunca é replicável.
Pedidos sem lastro financeiro, compradores mal avaliados e ausência de política de crédito transformam volume em prejuízo.
Isso não é azar. É falta de governança internacional.
Você se identifica com isso?
Importação: Cotação inicial de US$ 50.000 para equipamento industrial. Ao chegar no porto, descobriu: taxas portuárias (R$ 8.000), armazenagem adicional por atraso (R$ 5.000), diferença de base tributária no ICMS (R$ 12.000), custos administrativos não previstos (R$ 3.000). Total oculto: R$ 28.000 (56% do valor inicial).
Exportação: Cotação de frete marítimo de US$ 15.000. Na execução, apareceram: taxas de documentação (US$ 800), seguro adicional exigido pelo comprador (US$ 1.200), custos de certificação não previstos (US$ 600), armazenagem no porto de destino (US$ 900). Total oculto: US$ 3.500 (23% do valor inicial).
Importação: Despachante apresenta DI (Declaração de Importação) com valores que você não consegue auditar. Não tem acesso à memória de cálculo do ICMS, não entende a classificação NCM aplicada, não sabe se os regimes especiais (Drawback, Ex-tarifário) foram considerados. Resultado: aceita números sem questionar, perde poder de negociação e aumenta risco financeiro.
Exportação: Despachante controla toda a documentação (DUE, certificados, licenças) sem compartilhar o processo. Você não sabe quais documentos são necessários, não entende os prazos, não tem visibilidade dos custos reais. Dependência total cria gargalo operacional e reduz sua capacidade de escalar exportações.
Importação: Comprou matéria-prima por US$ 100.000 FOB. No planejamento, estimou custo total de R$ 550.000. Quando chegou: frete (R$ 45.000), seguro (R$ 8.000), impostos (R$ 180.000), taxas portuárias (R$ 12.000), armazenagem (R$ 6.000), desembaraço (R$ 15.000). Total real: R$ 666.000 (21% acima do previsto). Sem controle do TCO (Total Cost of Ownership), cada importação vira uma aposta.
Exportação: Vendeu produto por US$ 80.000 CIF. Estimou receita líquida de R$ 380.000. Na execução: custos de embalagem especial (R$ 12.000), certificação (R$ 8.000), frete internacional (R$ 45.000), seguro (R$ 6.000), taxas de câmbio (R$ 4.000), comissões bancárias (R$ 3.000). Receita líquida real: R$ 302.000 (20% abaixo do previsto). Sem previsibilidade, não há planejamento financeiro.
Importação: Margem calculada de 30% sobre produto importado. Após custos ocultos (taxas, impostos não previstos, armazenagem), margem real cai para 12%. Em alguns casos, margem vira negativa, comprometendo viabilidade do negócio e impedindo crescimento sustentável.
Exportação: Margem projetada de 25% na venda internacional. Após custos de logística internacional, certificações, taxas cambiais e comissões não previstas, margem real cai para 8%. Isso inviabiliza a operação e impede expansão no mercado internacional.
Importação: Não conhece o mercado do fornecedor, não tem histórico de transações, negocia no improviso. Sem conhecimento técnico (especificações, padrões, certificações) e sem volume consolidado, perde poder de negociação. Paga preços acima do mercado e aceita condições desfavoráveis.
Exportação: Não conhece os compradores internacionais, não tem histórico de vendas no mercado, negocia sem lastro de informações. Sem conhecimento do mercado de destino (regulamentações, preferências, concorrência) e sem volume consolidado, aceita preços abaixo do mercado e condições desfavoráveis.
Exportação: Vendeu US$ 200.000 para comprador sem lastro financeiro verificado. Após 90 dias, comprador não pagou. Sem política de crédito, sem avaliação de risco, sem garantias. Venda que não se converte em receita transforma volume em prejuízo. Recuperação judicial internacional é complexa e cara.
Importação: Pagou adiantado para fornecedor sem histórico verificado. Fornecedor não entregou, sumiu ou entregou produto com qualidade inferior. Sem due diligence, sem garantias contratuais adequadas, perdeu capital e comprometeu operação.
Importação: Problemas aparecem quando já é tarde: produto retido na alfândega por documentação incorreta, atraso na liberação por classificação NCM errada, multa por descumprimento de prazo. Sem governança e processos estruturados, você reage a crises em vez de prevenir problemas. Cada operação vira um "incêndio" a apagar.
Exportação: Problemas surgem na execução: certificado vencido, embalagem inadequada, documentação incompleta, atraso no embarque. Sem processos padronizados e sem visibilidade prévia, você corre para resolver quando já está no porto ou no destino. Operação reativa aumenta custos e reduz margem.
Importação: Não sabe onde está cada produto na cadeia: saiu do fornecedor? Está no porto de origem? Está em trânsito? Chegou no Brasil? Está na alfândega? Não tem rastreamento, não controla todos os elos (fornecedor, transportadora, porto, alfândega, armazém). Isso aumenta riscos e reduz capacidade de resposta a problemas.
Exportação: Não sabe o status de cada embarque: produto foi embarcado? Está em trânsito? Chegou no destino? Foi liberado pela alfândega? Está no armazém do comprador? Sem visibilidade, não consegue planejar produção, não avisa comprador sobre atrasos, não gerencia expectativas. Isso aumenta risco de insatisfação e perda de cliente.
Importação: Drawback (suspensão de impostos para produtos que serão exportados), Ex-tarifário (redução de alíquota para produtos sem similar nacional), REPES (redução para setor de petróleo e gás), acordos comerciais (Mercosul, UE) podem reduzir ou eliminar impostos. Sem conhecimento, você paga mais do que deveria. Exemplo: produto com alíquota de 18% poderia ter 0% via Drawback, economizando R$ 90.000 em uma importação de R$ 500.000.
Exportação: Drawback (recuperação de impostos pagos na importação de insumos), REPEX (redução de impostos para exportação), acordos comerciais podem reduzir custos e aumentar competitividade. Sem conhecimento, você deixa de aproveitar benefícios fiscais. Exemplo: poderia recuperar R$ 50.000 em impostos via Drawback, aumentando margem em 5 pontos percentuais.
Importação: Escolhe fornecedores sem due diligence: não verifica histórico financeiro, não avalia capacidade operacional, não checa referências, não analisa estrutura jurídica. Isso aumenta risco de inadimplência, atrasos, problemas de qualidade e questões legais. Fornecedor quebra, some ou não entrega, e você perde capital e compromete operação.
Exportação: Escolhe compradores sem avaliação de risco: não verifica capacidade de pagamento, não analisa histórico comercial, não checa referências bancárias, não avalia estrutura financeira. Isso aumenta risco de inadimplência e problemas de cobrança. Comprador não paga, e você transforma venda em prejuízo.
Importação: Incoterms mal definidos (quem paga o quê?), responsabilidades mal atribuídas (quem responde por atraso?), falta de garantias proporcionais (o que acontece se produto chega com defeito?), cláusulas de força maior mal redigidas. Contratos que criam surpresas e transferem riscos para você. Exemplo: contrato FOB sem definir responsabilidade por atraso no porto, você assume custos que deveriam ser do fornecedor.
Exportação: Incoterms inadequados (CIF quando deveria ser FOB?), responsabilidades mal definidas (quem paga taxas no destino?), falta de garantias de pagamento (o que acontece se comprador não paga?), cláusulas de resolução de conflitos ausentes. Contratos que criam surpresas e aumentam riscos. Exemplo: contrato CIF sem definir responsabilidade por atraso, você assume custos que deveriam ser do comprador.
Exportação: Fica limitado aos mercados óbvios (EUA, Europa), não usa dados reais de mercado (demanda, concorrência, preços), não identifica parceiros além dos conhecidos, não analisa barreiras comerciais e oportunidades. Perde oportunidades de crescimento em mercados emergentes (Ásia, África, América Latina) e também em mercados desenvolvidos (EUA, Europa) onde há menos concorrência e maior margem. Oportunidades de crescimento que você não encontraria sozinho.
Importação: Fica limitado aos fornecedores conhecidos (China, EUA), não explora novos mercados com melhor custo-benefício (Índia, Vietnã, Turquia, Europa), não identifica fornecedores alternativos, não analisa vantagens competitivas de cada origem. Perde oportunidades de reduzir custos e aumentar margem com fornecedores em mercados menos explorados em todo o globo.
Nível de Aderência à Solução OLV
Nossos Serviços
Nacionalizar com inteligência, controle de TCO e auditoria de despesas.
Como funciona: Estruturação completa de importações com cálculo preciso do custo posto (TCO) antes da decisão, auditoria de despesas logísticas para identificar excessos e ineficiências, negociação estratégica baseada em dados reais de mercado, análise de regimes aduaneiros e certificações que reduzem carga tributária, e redução de custos com previsibilidade e replicabilidade.
Construir mercado, não apenas enviar produto. Estruturação de canais B2B.
Como funciona: Estruturação de canais B2B sustentáveis separando venda pontual de construção de mercado, seleção de parceiros com histórico real de operação do produto, avaliação financeira completa antes de qualquer compromisso, governança de contratos alinhada à realidade do risco, e controle de inadimplência com políticas claras de crédito e pagamento.
Gestão completa da cadeia global de suprimentos com inteligência de dados.
Como funciona: Mapeamento global de fornecedores e compradores além dos mercados óbvios, uso de inteligência de dados reais de mercado global para decisão, identificação precisa de empresas que já operam o produto, análise setorial por país e histórico operacional, estratégias multimodais combinando modais e rotas de forma inteligente, e gestão door-to-door com controle total da origem ao destino final.
Proteção financeira, due diligence e políticas de pagamento estruturadas.
Como funciona: Definição de ICP financeiro com critérios objetivos para perfil ideal de cliente/fornecedor, due diligence completa (financeira, operacional e reputacional) antes da execução, políticas de pagamento que protegem o caixa sem travar operações, garantias proporcionais calibradas ao risco real, e prevenção proativa com identificação de riscos antes que virem prejuízo.
Por Que Escolher a OLV Internacional
35+ Anos de Experiência
Expertise construída através de atuação executiva em operações internacionais de grandes multinacionais dos setores automotivo, telecomunicações, energia, bens de capital, metalurgia e alimentício.
Resultado: Metodologia testada e refinada em contextos reais de comércio exterior, não em teoria.
Inteligência de Dados Reais
Acesso a ecossistemas globais de dados de comércio internacional com bilhões de registros transacionais, milhões de empresas perfiladas e histórico operacional comprovado.
Resultado: Decisões fundamentadas em padrões reais de mercado, não em suposições ou impressões.
Metodologia Proprietária
Método próprio de análise internacional desenvolvido ao longo de 35 anos, adaptável ao contexto específico de cada cliente e focado em resultados estratégicos.
Resultado: Soluções sob medida que constroem vantagem competitiva, não apenas resolvem problemas pontuais.
Governança Estruturada
ICP Financeiro, Due Diligence completa, políticas de pagamento e garantias proporcionais que protegem o negócio antes da execução.
Resultado: Redução de risco através de seleção criteriosa e governança, não apenas através de garantias contratuais.
Resultados Mensuráveis
Controle de TCO real, eliminação de custos ocultos, otimização de regimes aduaneiros e redução de inadimplência através de processos estruturados e replicáveis.
Resultado: Impacto direto em custos, margens e competitividade com memória de cálculo detalhada.
Visão Global
Análise de mais de 190 países, milhões de empresas e bilhões de registros transacionais para identificar oportunidades além dos mercados óbvios.
Resultado: Decisões baseadas em visão global, não em amostragem limitada ou vieses regionais.