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Radar OLV

Gestão e crescimento de empresas · 31 de outubro de 2026

Doenças crônicas afastam trabalhadores por 13,7 dias em levantamento

Pesquisa com mais de 309 mil atestados traz um sinal para integrar saúde ocupacional, planejamento de equipes e continuidade operacional.

Doenças crônicas afastam trabalhadores por 13,7 dias em levantamento
Imagem: Exame

O fato

Um levantamento da VR, divulgado pela Exame, analisou mais de 309 mil atestados médicos. Segundo a notícia, doenças crônicas deixam trabalhadores afastados de suas funções por 13,7 dias e quase dobram o tempo de ausência.

O trecho disponível não detalha o período da pesquisa, os setores representados ou a base específica da comparação. O resultado não permite atribuir o mesmo padrão a todas as empresas, mas oferece um motivo concreto para examinar a relação entre saúde dos trabalhadores e organização da operação.

A aplicação gerencial adequada começa pela análise interna. O indicador externo serve como referência de atenção, não como estimativa pronta de custo, produtividade ou necessidade de contratação.

O que muda para a sua empresa

A direção pode usar a pauta para verificar se o planejamento de equipes considera ausências prolongadas. Quando uma atividade depende de uma única pessoa, vale avaliar como o trabalho será mantido durante um afastamento, sem transferir automaticamente toda a carga aos demais profissionais.

Esse diagnóstico deve separar continuidade operacional de avaliação clínica. À gestão cabe organizar responsabilidades, cobertura e prioridades. Questões de saúde precisam ser conduzidas pelos profissionais competentes, com proteção das informações pessoais e sem transformar diagnósticos em critérios de julgamento de desempenho.

Também é útil aproximar recursos humanos, saúde ocupacional, operações e finanças. A análise conjunta pode investigar necessidades de substituição, despesas associadas e eventuais impactos nos prazos, sempre com base em dados da própria empresa.

O objetivo não é reduzir o tema a uma conta de dias perdidos. É construir condições para que prevenção, atendimento e retorno ao trabalho sejam considerados juntamente com a capacidade de manter compromissos com clientes.

O que fazer agora

  • Levantar indicadores agregados: acompanhar duração e frequência dos afastamentos, preservando a confidencialidade e restringindo o acesso a informações sensíveis.
  • Mapear funções críticas: identificar atividades sem cobertura e estabelecer responsáveis alternativos para situações de ausência.
  • Avaliar recursos existentes: discutir com a equipe de saúde ocupacional a adequação das iniciativas de prevenção e acompanhamento.
  • Organizar o retorno: alinhar responsabilidades e necessidades de adaptação com orientação dos profissionais competentes.
  • Relacionar saúde e operação: verificar despesas, redistribuição de tarefas e cumprimento de prazos antes de definir mudanças de estrutura ou orçamento.

Fonte original: Exame . Análise e texto: OLV Internacional. Conteúdo informativo, não constitui recomendação jurídica, contábil ou de investimento.

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